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Muito prazer, meu nome é iPad
Todo mundo achou o máximo, desde a minha tia que aumentava e diminuía as fotos com o toque dos dedos até meu priminho, que passou a jogar Need for Speed usando o próprio monitor como volante (joystick). Depois de 15 minutos de uma explanação à la Steve Jobs, minha mãe emendou: mas afinal, o que é o iPad? A resposta que mais satisfez foi: é um leitor de mídia.
Que tipo de mídia? Aí depende do freguês. No meu caso, por exemplo, tenho lido diariamente jornais e revistas, coisa que nunca mais havia feito. Música também passei a consumir fora do carro. Para não ficar apenas no básico, o aparelho da Apple possui uma infinidade de aplicativos e jogos bem complexos. Por enquanto estou satisfeito com os gratuitos, mas tem muita coisa legal por US$1,99.
Na AppleStore já encontrei alguns emuladores divertidos, como pinball, poker, pac-man e diversos jogos de tabuleiro. O melhor é a possibilidade de carregar meus jogos favoritos sem o incômodo do transporte da chapa de madeira e peças. Nada disso é novo para quem usa notebook, porém, a grande diferença é que ao invés do usuário se adaptar ergonomicamente ao aparelho, é ele quem se ajusta à situação.
Além dessa mudança física, percebi também uma transformação do método de aprendizado. O iPad é uma baita biblioteca. Num toque você tem centenas de clássicos à sua disposição. Todos catalogados no formato que desejar. Isso mudou minha forma de relacionar com os livros. Antigamente lia um material por vez do início ao fim. Hoje leio conforme meu humor. Tipo um iPod dos livros.
Ainda não descobri se isso é bom ou ruim. A única coisa que não tenho dúvida é a morte dos note/netbooks. Com o iPad esse tipo de equipamento perdeu a utilidade no campo do entretenimento. Hoje recomendaria: tenha um excelente desktop em sua residência e um bom tablet para mobilidade. Aposto que será esse seja seu maior legado.
Leia mais:
- O fim do livro de papel (22/03/10)
- Um bom motivo para não trocar o jornal pelo iPad (11/09/10)
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