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A gangue da Mônica
João e Maria, por exemplo, conta a história do pai que abandona os filhos no meio da floresta por falta de dinheiro para criá-los. As crianças acabam sendo sequestradas por uma velha, que planeja devorá-las. Os dois queimam a idosa no forno e saqueiam a casa. Levam a fortuna aos pais e vivem felizes para sempre.
Evidente que essas histórias estão abarrotadas de absurdos que deixam minhas estratégias pedagógicas no buraco. Mas a graça é justamente rir do absurdo, do contraditório, do nonsense.
A leitura – e isso inclui as maravilhosas histórias em quadrinhos – é uma das atividades mais prazerosas que existe. Diferente da TV e outras formas de entretenimento, ela permite muitos momentos de parada e reflexão. Posso conversar com minhas filhas, brincar com as histórias, reinventar.
A Turma da Mônica tem sim personagens que resolvem tudo na porrada, uns que comem demais, outros de menos, alguns não gostam de banhar e tem muita gente que fala errado. A questão é que isso não muda em nada a personalidade da minha filha. No fundo é só uma história. E para terror do Dioclécio Luz, o mundo está cheio delas.
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